sexta-feira, 10 de abril de 2009

Cultura Erudita IV

Hoje, iremos aprofundar mais o assunto para um grande artista erudito. Leonardo da Vinci.
Leonardo nasceu a 15 de Abril de 1452, na pequena cidade de Vinci, perto de Florença, centro intelectual e científico da Itália. O seu talento artístico cedo se revelou, mostrando excepcional habilidade na geometria, na música e na expressão artística.

Não se sabe muito mais acerca da educação e formação do artista, no entanto, muitos autores afirmam que o seu conhecimento não provém de fontes tradicionais, mas sim da observação pessoal e da aplicação prática das suas idéias


Durante o apogeu do renascimento, Da Vinci interessou-se pelos detalhes externos da forma humana, estudando exaustivamente as suas proporções.
Os pintores do Renascimento, e em particular Da Vinci, recorreram a conceitos de geometria projetiva (centro de projeção, linhas paralelas representadas como linhas convergentes, ponto de fuga) para criar os seus quadros com um aspecto tridimensional.


Grupo : Fernando, Eduardo, João Vitor, Carlos Rafael, Henrique, Matheus Lana e Vitor Arêdes

Cultura Indígena IV

Funções e divisão do trabalho entre os índios:

- Homem adulto: são responsáveis pela caça de animais selvagens. Devem garantir a proteção da aldeia e, se necessário, atuarem nas guerras. São os homens que também devem fabricar as ferramentas, instrumentos de caça e pesca e a casa (oca).

- Mulheres adultas: cabe às mulheres cuidarem dos filhos. As mulheres também atuam na agricultura da aldeia, plantando e colhendo (mandioca, milho, feijão, arroz, etc). Elas também devem fabricar objetos de cerâmica (vasos, potes, pratos) e preparar os alimentos para o consumo. Devem ainda coletar os frutos, fabricar a farinha e tecer redes (artesanato).
- Crianças: os curumins da aldeia (meninos e meninas) também possuem determinadas funções. Suas brincadeiras são destinadas ao aprendizado prático das tarefas que deverão assumir quando adultos. Um menino, por exemplo, brinca de fabricar arco e flecha e caçar pequenos animais. Já as meninas brincam de fazer comida e cuidar de crianças, usando bonecas.

- Cacique: é o chefe político e administrativo da aldeia. Experiente, ele deve manter o bom funcionamento e a estrutura da aldeia.

- Pajé: possui grande conhecimento sobre a cultura e religião da tribo. Conhece muito bem o poder das ervas medicinas e atua como uma espécie de “médico” e “curandeiro” da aldeia. Mantém as tradições e repassa aos mais novos através da oralidade. Os rituais religiosos também são organizados pelo pajé.

Grupo : Fabio, Hugo, Gustavo, Vitor Afonso, Lucas Valadares, Mateus Botelho, Matheus Henrique e Diego

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Cultura Popular III

Regiao Norte

Com folclore próprio, as grandes atrações são o Festival Folclórico de Parintins, o Círio de Nazaré, em Belém/PA, o Çairé (com Ç mesmo), em Santarém/PA e as danças típicas, Marujada, Carimbó e Cirandas.Como Samba lelê e outros
Na região estão alguns dos teatros mais belos do Brasil, que são: Teatro Amazonas, localizado em Manaus e o Theatro da Paz, localizado em Belém. Uma mistura da arte barroca, rococó e outras artes além de ser o principal símbolo do áureo da borracha, na época em que Manaus e Belém eram as localidades mais ricas do Brasil.

O Bumba-meu-Boi uma dança do folclore popular brasileiro, com personagens humanos, animais e fantásticos, que gira em torno da morte e ressurreição de um boi. Hoje em dia é muito popular e conhecida. Ela foi originada ainda no século XVIII, das divergências e do relacionamento entre os escravos e os senhores nas Casas Grandes e Senzalas. Refletia as condições sociais de negros e índios. No Maranhão, o Bumba-meu-boi delimita um universo rico e pujante, que mistura lazer, trabalho, compromissos, festas, artes, ritos, mitos, performances, crenças e devoção. Em linhas gerais, consiste na brincadeira que faz dançar, cantar e tocar, em volta de uma carcaça de boi bailante, um agregado de pessoas que se tratam por brincantes.

http://www.youtube.com/watch?v=Rgf7XxHPjko

Regiao Centro Oeste

As primeiras estradas e vilas criadas na região foram obras dos bandeirantes que, durante os séculos XVII e o XVIII, desbravaram territórios à procura de minérios ou para capturar indígenas. Mas o efetivo povoamento regional somente começou quando o desenvolvimento do Sudeste fez surgir um forte mercado consumidor para a pecuária e a agricultura na parte sul da região.
Nas festas populares podemos destacar as cavalhadas (folguedos que simulam batalhas medievais entre cristãos e mouros) e outras festas folclóricas. Dentre as festas a que mais se destaca é a Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis é uma das que mais se destaca é um evento cultural do município brasileiro Pirenópolis.
A Festa do Divino de Pirenópolis está em processo de tombamento e poderá obter status de Patrimônio cultural imaterial brasileiro, reconhecido pelo IPHAN.
Com duração de doze dias, tem seu ápice no Domingo do Divino, cinqüenta dias após a Ressurreição. Mesclada de festejos religiosos e profanos, é constituída de novenas, folias, procissão, missa, roqueira, mascarados, cavalhadas, pastorinhas, congo, e apresentação de outros grupos folclóricos.
Na culinária, os pratos típicos são: arroz com pequi, curau, capivara de caçarola, peixe na telha, quentão, pudim de banana da terra, galinhada entre outros.

http://www.youtube.com/watch?v=jYhFGbJLjRA

Grupo: Andre Felipe, Ana Luisa, Iago, Júlia, Luisa Rocha, Victor Luís, Pedro Henrique

Cultura de Massa III

A influência da religião e da crença

A religião hoje em dia vem exercendo uma forte influência sobre as pessoas. Muitas vezes uma lei é menos seguida do que a religião. Na Índia, por exemplo, o sistema de castas é proibido. Mas, pelo Hinduísmo, as pessoas continuam com certa discriminação. Aqui, as igrejas exerciam mais influência antigamente. Podemos ver isso através de nossos avos que tiveram vários filhos porque a igreja proibia o uso do preservativo no ato sexual. Hoje em dia com toda informação, as pessoas deixam um pouco de lado a religião para se preservarem. Mas mesmo assim, ainda existem várias pessoas que seguem fielmente a igreja e não cortam o cabelo, usam saias longas, entre outros. Isso são crenças que se misturam com a religião. A religião ensina como viver bem e respeitar o próximo, as crenças são o que é ensinado ás pessoas desde quando elas nascem. E quando os dois se fundem formamos a cultura de um povo, a cultura de massa.
Grupo : Bárbara, Bruna, Isabel, Luísa Bernardes, Marina Teixeira, Marina Luiza e Rogério

Cultura Indígena III


A musica e as danças estão freqüentemente associadas aos índios e a sua cultura, variando de tribo para tribo. Em muitas sociedades indígenas a importância que a musica tem na representação de ritos e mitos é muito grande. Cada tribo tem seus próprios instrumentos, havendo também os instrumentos que são utilizados em diferentes tribos, no entanto de diferentes formas como é o caso do maracá ou chocalho. A dança junto aos indígenas se difere da nossa por não dançarem em pares, a não ser por poucas exceções como acontece no alto Xingu. A dança pode ser realizada por um único indivíduo ou por grupos.
Grupo : Fabio, Hugo, Gustavo, Vitor Afonso, Lucas Valadares, Mateus Botelho, Matheus Henrique e Diego

Cultura Africana III

A cultura africana tem uma rica tradição artística representada por uma variedade de entalhos em madeira, trabalhos em bronze e couro. As artes africanas incluem esculturas, pinturas, cerâmica, máscaras cerimoniais e vestimentas religiosas. A cultura africana sempre deu ênfase na aparência das pessoas, e as jóias, colares, braceletes e anéis permaneceram como um acessório pessoal importante. De ma
De maneira similar, máscaras são feitas com desenhos elaborados e constituem parte importante da cultura africana. Máscaras são usadas em uma variedade de cerimônias e rituais.

A pintura é empregada na decoração das paredes dos palácios reais, celeiros, das choupas sagradas. Seus motivos, muito variados, vão desde formas essencialmente geométricas até a reprodução de cenas de caça e guerra. Serve também para o acabamento das máscaras e para os adornos corporais. A mais importante manifestação da arte africana é, porém, a escultura. A madeira é um dos materiais preferidos.
A madeira é um dos materiais preferidos. Ao trabalhá-la, o escultor associa outras técnicas (cestaria, pintura, colagem de tecidos).

A cultura africana é caracterizada pela vasta diversidade de valores sociais, variando desde o patriarcado extremo até o matriarcado extremo, algumas vezes em tribos vizinhas. A cultura africana moderna é em grande parte constituída de respostas ao nacionalismo árabe e ao imperialismo europeu. Principalmente a partir dos anos 90 os africanos estão cada vez mais recuperando sua identidade cultural.


Grupo: Caio, Paula, Beatriz, Yasmin, Mariana e Lucas B.

Cultura Erudita III

No final do século XVII, a região das minas começa ser povoada e entre as primeiras construções estavam as capelas. Nelas estão as primeiras manifestações de pintura trazidas pelo colonizador. Técnicas de pintura, temas e a tradição cristã européia decoravam os templos mineiros. Na se metade do século XVIII, surgiu uma geração de pintores mineiros que revelou Manoel da Costa Ataíde como o grande mestre da arte colonial brasileira.
No século XIX, a pintura como as outras manifestações artísticas, ficaram quase que esquecidas em Minas Gerais, com poucas oportunidades para o artista da terra. No final do século, a construção de Belo Horizonte proporcionou a construção de vários prédios públicos, mas os artistas contatados eram estrangeiros ou de outros estados.
No século XX, o primeiro impulso para as artes mineiras foi dado pelo fluminense radicado em Belo Horizonte, Aníbal Mattos, que, em 1918, fundou a Sociedade Mineira de Belas Artes. Em 1920, a audaciosa Zina Aita organizou a primeira exposição arte moderna de Minas Gerais. A partir daí, a pintura encontraria novamente espaço nas terras mineiras.
A década de 40 marcaria para sempre a história das artes plásticas mineiras. Em 1944, Alberto da Veiga Guignard, a convite do prefeito Juscelino Kubitschek, se transfere para Belo Horizonte, onde lecionou e dirigiu a Escola de Belas Artes. A Escola Guignard como hoje é conhecida, foi a responsável pela formação de várias gerações de pintores mineiros como: Maria Helena Andrés, Álvaro Apocalypse, Chanina, Ione Fonseca, Laetitia Reunault, Marília Gianetti, Mário Silésio, Sara Ávila, Wilde Lacerda, Wilma Martins, Yara Tupinambá e Farnese de Andrade.
A produção nas décadas seguintes foi farta em qualidade e quantidade, com os artistas mineiros conscientes do papel do artista na sociedade e inseridos nos principais movimentos de vanguarda.
Fernando Lucchesi, Marco Túlio Resende, Mônica Sartori, Oscar Araripe, Mário Zavagli, José Alberto Nemer, Fani Bracher e Carlos Bracher são pintores talentosos e premiados que, reconhecidamente, fazem parte da elite da arte contemporânea brasileira.

Grupo : Fernando, Eduardo, João Vitor, Carlos Rafael, Henrique, Matheus Lana e Vitor Arêdes